Entrefolk com Rodrigo Crispim

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O "Eu" que figura na manchete é Rodrigo Carvalho, agora tendo assumido Rodrigo Crispim como seu nome artístico.

Ele é um sensível jornalista que tem, entre inúmeras qualidades, duas características notáveis: ele é um ótimo ouvinte, além de exímio contador de histórias.

E foi assim, inspirado no seu delicado savoir fare que um lindo projeto nasceu. Rodrigo decidiu usar o seu talento para escrever histórias de pessoas comuns. Quer saber mais? Então confira a entrevista que nós fizemos com o poeta/jornalista/biógrafo:

Victor Hugo Cavalcante: Primeiro é sempre uma honra poder entrevista-lo e gostaria de começar perguntando: Como surgiu seu mais novo projeto intitulado Eu conto sua história?

Rodrigo Crispim: Surgiu da minha paixão por contar histórias e da vontade de expandir essa minha atuação.

Victor Hugo Cavalcante: O "Eu" que figura na manchete é Rodrigo Carvalho, agora tendo assumido Rodrigo Crispim como seu nome artístico. De onde surgiu este nome artístico e como surgiu a ideia de usa-lo?

Sou jornalista por formação, mas biógrafo e poeta por vocação. Escrevi meu primeiro livro aos 12 anos de idade, mas depois me concentrei mais à atuação jornalística, tendo retomado minha carreira na literatura após os 30 anos.

Desde então, tenho conciliado as duas atividades, mas em certo momento, talvez motivado por uma maturidade profissional, senti a vontade de ter um nome artístico para delimitar meus trabalhos literários e meus trabalhos jornalísticos, os quais continuo assinando como Rodrigo Carvalho.

O nome Crispim foi escolhido, pois ele me remete a uma memória de infância e muitos dos meus trabalhos literários resgatam sentimentos de quando eu ainda era menino.

Victor Hugo Cavalcante: Eu conto sua história é o seu novo serviço e que embora tenha lançado recentemente, já tem fila de encomendas. Nele você narra a história do cliente. Afinal, como se dá seu processo criativo na hora de escrever sou a pessoa que o contratou?

Nesse processo eu acabo utilizando muito das minhas técnicas jornalísticas de entrevista, mas sempre direcionando para uma linguagem mais artística do que informacional.

Na verdade, eu conto histórias reais, mas sobre uma linguagem mais atraente e emotiva.

Victor Hugo Cavalcante: Além das "biografias pocket", você que é escritor renomado e vencedor de concursos nacionais de poesia, também aceita poemas sob encomenda. Conte-nos mais sobre o processo de criação destes poemas.

Sim, comecei a receber pedidos para redação de poemas, pois é algo que gosto muito de fazer e tenho muito talento. Gosto de sempre me desafiar e, sem dúvida, é um desafio gostoso poder fazer poesias que falam de sentimentos que não são meus, mas que posso imaginá-los e algumas vezes até senti-los enquanto produzo os poemas.

Victor Hugo Cavalcante: Você acredita que as biografias pockets podem ajudar aquelas pessoas que queiram se divulgar?

Sim, totalmente. Esse é, inclusive, uma dos propósitos para eu ter criado esse novo serviço. Quero ajudar as pessoas a contarem suas histórias e que isso possa fazer com que elas tenham mais recursos para alcançarem seus objetivos.

Victor Hugo Cavalcante: O quanto ser escritor e assessor de imprensa influenciou na criação deste projeto?

100%, principalmente a minha vocação em escrever. Quando me perguntam o que eu faço da vida, eu sempre respondo: "Eu apenas sei contar histórias". E no fundo é isso mesmo, sejam elas reais ou ficção, eu sou um contador de histórias por vocação e paixão.