Canal O Ben para todo mal vira podcast

Créditos: Divulgação

Agora, O Ben para todo mal também é podcast.

Se no vídeo o material passa por edição, no podcast as conversas entram completas.

As gaguejadas, os palavrões, a espontaneidade... está tudo ali.

O primeiro episódio no formato é com Iggor Cavalera, personagem mais recente do projeto.

Além do que o ex-Sepultura fala na versão em vídeo, no podcast ele comenta ainda qual episódio curtiu d'O Ben para todo mal, analisa o niilismo punk depois de se tornar pai, a música como salvação, a exposição gerada pela internet e a tensão de ter uma criança três meses internada numa UTI.

Sobre o Ben para todo Mal

Filhos só fazem bem. Até para os maus, ou tidos como tal.

Além disso, eles são um alento para todos os males. Dão trabalho, vá lá, mas são nossos bens mais preciosos.

E o Homero, jornalista e pai do Ben, (com)provou isso desde que o guri nasceu. Aí, resolveu conversar com figuras que o cidadão de bem considera malvadas para mostrar a influência que uma criança exerce na vida dessa turma 'maligna'.

Então, idealizou O Ben para todo mal (assim mesmo, com 'n', para homenagear o filhote), série de entrevistas com criaturas fora dos padrões convencionais da família brasileira.

A ideia é conversar com rockeiros, do mainstream ao underground, e gente que não se apega às convenções de pai & mãe tradicionais.

Até o momento, foram produzidos 13 episódios com personagens nacionais e internacionais.

Entre eles: Jão e João Gordo (Ratos de Porão), Julia Barth (Os Replicantes), Andreas Kisser (Sepultura), Colin Abrahall (GBH), CJ Ramone, Rodrigo Lima (Dead Fish), Fredrik Larzon (Millencolin), João Kombi (Test), Toby Morse (H2O), Fredi Chernobyl (Comunidade Nin-Jistu), Rafel Malenotti (Acústicos & Valvulados) e Simon Chainsaw (Simon Chainsaw & The Hippie Killers). Estão todos disponíveis no canal no Youtube.

Quem ajuda nessa criação é o produtor e editor de vídeos Sérgio Caldas, da Subverse Filmes, que já tem extenso currículo com produções audiovisuais ligadas à música. É ele o responsável por conceber o projeto na tela.

Além de um canal no Youtube, a iniciativa ganhou espaço no canal Music Box Brazil, que está na grade de programação das maiores operadoras de TV a cabo do país e é o segundo maior canal de música do país (sendo o primeiro de conteúdo nacional).

As exibições são semanais e podem sofrer alterações conforme a programação da emissora.