Blog Filipe Miguel: Da poesia lusitana à Blogosfera na internet

Créditos: Divulgação

Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder esta entrevista e gostaria de começar perguntando: Como surgiu a vontade de construir um blog literário?

Filipe Miguel: A criação de um blog literário surgiu para maior divulgação dos meus textos que vou escrevendo. Ao qual, aos poucos fui acrescentando viagens história de Portugal, criação de frases e posteriormente traduzidas para outras línguas...

Victor Hugo Cavalcante: Algumas das frases do seu blog estão traduzidas para outras línguas, você utiliza alguma ferramenta online de tradução? E porque decidiu escrever em outras línguas?

Costumo por vezes ter o suporte do tradutor online para verificar a tradução e também para ajuda em algumas palavras.

Decidi traduzir as frases para o inglês, espanhol e francês, derivado aos seguidores dos vários países que vão acompanhando as minhas publicações no blog e na página do Facebook.

Victor Hugo Cavalcante: No seu blog embora o foco seja literatura e pensamentos você escreve de tudo um pouco: Desde curiosidades da história de Portugal até horóscopos, afinal, como começou esta vontade de tratar de assuntos além do ramo literário?

Surgiu no seguimento de criar um blog mais versátil. O foco do blog é a divulgação dos textos que vou escrevendo e pensamentos retirados dos textos. Depois vou acrescentando coisas de que gosto e que os seguidores gostam. Por exemplo, gosto de viajar e aproveito para escrever sobre lugares que já visitei ou que estão na minha lista para viajar. Gosto de comer, e aproveito para divulgar as minhas receitas feitas por mim e com o meu toque pessoal.

Victor Hugo Cavalcante: Além de blogueiro você é escritor do livro Amores Clandestinos, conte-nos mais sobre ele.

Este é o meu primeiro livro escrito por mim. Amores Clandestinos é um livro que fala sobre a vida, sobre o amor. Fala em como saber dar a volta por cima, em saber retirar o melhor de cada situação pelas quais vamos passando nesta vida. Ele procura mostrar que por pior que seja a situação que se esteja a viver, há sempre um lado positivo e é nesse lado positivo que nos de focar e agarrar.

Victor Hugo Cavalcante: Sobre a categoria História de Portugal, como é poder escrever curiosidades da história de seu país, e como é realizada a pesquisa para a escrita?

Histórias de Portugal vem no seguimento de gostar de viajar. Antes de viajar, gosto de fazer pesquisas sobre onde vou, o que se pode visitar, a sua gastronomia, conhecer um pouco da sua história. Então escrever nesta categoria, vai um pouco do conhecimento que já tenho, das pesquisas que vou realizando e das viagens que vou fazendo. É um pouco isso.

Victor Hugo Cavalcante: Pretende algum dia voltar a publicar algum livro de poesias?

Sim. Já estou a trabalhar no próximo livro. Prefiro para já não adiantar com uma data, mas será possivelmente no próximo ano. Estou a trabalhar nele com calma e melhorando alguns aspectos em relação ao meu primeiro livro. Afinal o primeiro acaba por ser sempre a novidade. Mas este está num bom caminho.

Victor Hugo Cavalcante: Quais suas principais influências para escrever poesias?

As minhas influências são o dia a dia. Gosto de aproveitar o momento de inspiração para escrever. Sejam elas realidades, utopias ou fantasias.

Por vezes de uma frase, de um pensamento, de um encontro, de um sorriso. Escrevo a partir daí. Afinal a escrita parte de dentro de nós, da nossa vontade, do nosso gosto, da nossa realidade e da nossa vivência. A escrita é uma aproximação à realidade e aos leitores que têm o privilégio de lerem por vezes algo tão nosso e tão pessoal.

Victor Hugo Cavalcante: Quais suas principais influências literárias (escritores)?

De escritores portugueses gosto muito de ler Pedro Chagas Freitas principalmente embora goste de outros autores este é aquele que mais me tem cativado para ler seus livros, gosto da forma como escreve e aborda os temas. Já escritores estrangeiros, conheço algum trabalho do Jorge Amado o qual gosto. J. K. Rowling foi um dos primeiros livros que comecei a ler. Will North... Entre outros. Mas o meu favorito é o Nicholas Sparks, as histórias são carregadas de romantismo e descreve de forma tão perfeita que parece que estamos "dentro do livro" a viver de perto aquelas histórias. E não é por acaso que os livros dele acabam virando filmes.