Cat: A história de uma assassina fria em prol aos animais e mulheres

Créditos: Hélio Kaname

Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder esta entrevista e gostaria de começar com a seguinte pergunta: Como todos sabem o CMfoi o responsável pela criação dos poderes da Cat, como foi todo este processo semanal em Cat?

CatEu que agradeço a oportunidade Victor, fico muito feliz com a chance de dar a minha visão da história. Bom, vamos lá: Foi na verdade bem doloroso, digamos que eu estava quase chegando no fim do túnel e então minha alma volta para o meu corpo violentamente, quando percebo estou queimando em chamas azuis. Eu não sabia o que estava acontecendo, só sentia muita dor. Depois de uma semana as chamas cessam e eu desmaio finalmente. Quando acordo eu estava completamente transformada. Foi um intenso período de readaptação, mas a primeira coisa que percebi é que conseguia entender o que os gatos falavam e isso valeu todo aquele sofrimento.

Victor Hugo Cavalcante: Como foi seu primeiro encontro com o azulão como Cat? Antes de ser uma super heroína em defesa dos animais (Principalmente dos gatos) você já tinha ouvido falar do CM? Se sim, o que você ouvia falar e quais as discrepâncias entre o que você ouvia falar e como você o vê hoje?

Posso me considerar A Cat assim que acordei daquela semana de em chamas. Eu estava bem confusa, eu tinha todas as minhas memórias de antes do incidente da minha quase morte, então sabia quem ele era, mas não sabia o que ele queria comigo e nem onde eu estava. Ele me explicou o que fez comigo, se eu quisesse eu podia ir embora, mas resolvi ficar e aprender mais sobre os poderes que eu havia adquirido.

O Hélio Kaname fez uma tirinha sobre a minha vida antes de Cat, eu havia escutado alguns babacas discutindo com medo dele, cheguei a me encontrar com ele uma vez, enquanto ele matava alguém, ele ameaçou me matar também, mas como não liguei se ele ia me matar ou não, ele simplesmente foi embora.

Não há muitas discrepâncias entre os rumores e a realidade, eles falavam que ele matava indiscriminadamente e isso é verdade. Hoje eu sei que ele tem um objetivo e se alguém estivem no seu caminho, essas mortes não passam de efeito colateral.

Victor Hugo Cavalcante: Conte-nos um pouco sobre como era ser uma pessoa comum antes de ser super-heroína, há alguma coisa que você sente falta desta época? Por quê?

Eu não me considero uma super-heroína, heróis não matam pessoas e eu mato sem problemas. Não sou quem nem o Azulão que sai matando indiscriminadamente, mas se acho necessário, como quando encontro alguém maltratando um animal, não poupo ninguém.

Sobre quando eu era uma pessoa comum, eu era uma garota entediada e muito irritada com tudo, com o sistema é com as pessoas. Acho que o Azulão percebeu isso em mim e por isso me cedeu seu poder, eu definitivamente não sinto falta daquela época e me sinto muito melhor agora que consigo conversar com meus amados gatinhos.

Victor Hugo Cavalcante: Além do maltrato aos animais o que você mais odeia e combate?

Sou humana, tenho meus sentimentos egoísta, além de maltrato de animais combato homens que abusam de mulheres e os inimigos do Azulão. Os inimigos dele podem sim receber o nome de Heróis, eles salvam pessoas de acidentes e outras catástrofes, e eu não me meto com eles quanto a isso, mas eu sou o Cérebro do Azulão, aquele panaca não consegue ter um mínimo de raciocínio lógico e se não fosse por mim os heróis já teriam derrotado ele por mais forte que ele seja. Eu o ajudo porque realmente não ligo para a humanidade e gosto da companhia dele como amigo. Então eu defendo meus sentimentos egoístas, portanto me entendo como vilã.

Victor Hugo Cavalcante: Se pudesse fazer parte de algum grupo de herói qual seria seu predileto? Por quê?

Estamos falando de Dc e Marvel? Hum... Difícil, eu com certeza escolheria a DC, pois acho os heróis deles mais interessantes e com histórias melhores, além do que o Batman é sensacional, sem contar a minha anti herói preferida desde criancinha, A Mulher Gato!

Mas talvez iria para a Marvel, pra ficar perto do incrivelmente talentoso, lindo, inteligente e hot mess Doutor Estranho!

Victor Hugo Cavalcante: Toda pessoa tem um super herói favorito, mas e quanto ao herói ele pode ser fã de algum herói? Se puder, qual seu herói favorito e que você gostaria de ajuda-lo a combater o crime?

Claro que é a Mulher Gato!!!! Apesar de ela não ser propriamente uma Super Heroína, e sim uma Anti Heroína! Eu ajudaria ela a soltar os animais maltratadas e a roubar joias!

Victor Hugo Cavalcante: O azulão pode ser identificado como um anti-vilão, porque ele não é um herói integro mas também não é um vilão maldoso, como é lutar junto com heróis deste tipo? Há algum jeito de controlar o lado homicida do nosso azulão predileto? E quanto a você, como você se identifica como heroína ou anti-herói? Por quê?

O Azulão não é um vilão maldoso?? Aonde escutou isso querido? Ele é um vilão sim! Se você acha que ele não é um vilão maldoso porque ele mata gente escrota está errado porque ele mata qualquer um, acontece que o bandido acaba chamando a atenção do Azulão por seus atos visíveis. Mas ele também mata gente inocente sem pestanejar. Eu mesma não havia cometido crime nenhum, mas quase morri por ataques dele e só não morri porque ele também gosta de gatos, ou seja pura sorte.

Acho que pra controlar o lado homicida dele só matando ele, que é o que os heróis Red Nerd e Comet Lass estão tentando fazer.

Eu me considero vilã também, porque uso meus poderes para meus propósitos egoístas. Eu não saio matando inocentes por aí ao meu bel prazer, mas também não ligo se isso acontecer.

Considerações de Ananda Zapata: Eu e o Hélio Kaname criamos a Cat juntos. Quero deixar claro que ela é um personagem fictício, e que os ideais dela não são os mesmos que o meu! Nós não concordamos com a morte de inocentes, apesar dos personagem que criamos fazerem isso. Tudo não passa de ficção.